Olá meninas!
A Páscoa passou, os chocolates acabaram (ou não hehehe) e o post de hoje é para apimentar a semana, já que tenho certeza que todas devem estar enjoadas de chocolate, não é mesmo? (ahan, com certeza)
Só não pode esquecer-se de continuar com os exercícios no tanquinho, e como sou uma ótima pessoa estou deixando meu incentivo a boa saúde.
O livro de hoje é Passion da Liza Valdez e o mocinho de hoje é o Mark, que tem um grande objetivo na vida: conseguir colocar seu instrumento todo dentro de uma mulher. E aí eis que surge a santa Passion com sua impressionante entrada cavernosa, que consegue abarcar toda a potencialidade do mocinho rejeitado pelas cavernas alheias.
***
Passion tremeu e depois suspirou enquanto as mãos dele abrangiam seus seios e os apertavam. Girou-a em seus braços e começou a desabotoar seu sutiã.
—Por muito que te admire vestida assim, acredito que prefiro ver um pouco mais de ti.
O coração de Passion começou a pulsar mais rápido, e começou a lhe ajudar afrouxando sua saia e anáguas enquanto ele fazia um bom trabalho com o cobre-corsé. Os olhos dele a percorreram, e Passion tremeu sob a súbita intensidade de seu olhar.
—Não te mova — disse ele enquanto se movia para sua mesa de escritório.
Os olhos de Passion se abriram ao ver como ele agarrava um par de tesouras. Viu, congelada, como cortava as cordas e depois arrancava o tecido dela. Com as aletas do nariz inflamados, ele cortou o tecido da camisa que levava sobre o espartilho, despindo os altos montículos de seus seios.
O coração de Passion palpitou e seu sexo se estremeceu enquanto uma sensual vulnerabilidade a percorria. Estava sozinha com Mark, em sua casa. Ela confiava nele, mas também estava completamente a sua mercê.
—Assim está melhor — deixou as tesouras na mesa e tirou sua bata enquanto se colocava de pé junto à cama. (ui, um rasga, o outro corta, o importante é que elas não voltam para a casa vestidas)
Quando se girou, Passion se sentiu umedecer ante a vista de sua enorme ereção inchando-se sob suas ajustadas calças.
—Levanta mais seus seios — disse ele asperamente—. Quero ver seus mamilos. (humm, mandão hein lol)
Passion se ruborizou mas fez o que dizia. Seus mamilos se endureceram e incharam ante o ligeiro toque de sua própria mão e, entre suas pernas, seus clitóris pulsou ansiosamente.
—Te solte o cabelo — disse ele brandamente.
Seus olhos não a abandonaram enquanto ela caminhava para ele. Suas botas de salto baixo se deslizavam silenciosas contra o grosso tapete sob seus pés. Ela olhou sua grande mão enquanto lhe entregava as forquilhas. Tinha fortes e capazes mãos. Mãos às que ela se entregava completamente. (hey, mãos talentosas hein, aposto)
Passion conteve a respiração. Arrepiou-lhe quando ele percorreu com seus dedos suas omoplatas. Ele moveu as mãos para baixo e as descansou em sua cintura. Ela escutou como sua respiração se acelerava.
—Eu gosto assim — seus dedos pressionaram contra ela—. A curva de sua cintura me enlouquece — arrastou sua mão através de seu traseiro e brandamente acariciou as dobras de seu sexo por trás.
Ela arqueou as costas, inclinando seu traseiro.
—Está bem — seus dedos a tocaram mais ainda—. Deus, está úmida de desejo —disse enquanto deslizava dois dedos em seu interior. (Porque os mocinhos sempre atestam isso nos momentos tals? Se colocar no localizar do world vai chover de palavras óbvias)
Ela se arqueou mais e se estirou para trás para lhe rodear a nuca com sua mão.
—Acredito que meu membro se apaixonou por ti — murmurou ele em seu pescoço. (kkkkkkkkkkkkk sério, me lembrou cantada de cafajeste. Imagina o cara te falando isso na balada? gente, tão podre)
Passion tremeu enquanto ele deslizava outro dedo dentro dela.
—O está? —murmurou.
Ele pressionou seus quadris plenamente contra ela, que sentiu sua dura e tensa longitude contra suas nádegas. Seu sexo se apertou avidamente enquanto sua outra mão se deslizava para segurar a dele.
Ele acariciou seu seio.
—Sempre que entra na habitação, fica firme — beliscou e fez rodar seu mamilo, respirando-o a inchar-se inclusive mais enquanto afundava profundamente seus dedos em seu sexo — Está completamente desanimado e indiferente o resto do tempo.
Bem! Melhor que ficasse duro só por ela.
— Está-te pondo mais quente e úmida — disse perto de sua orelha—. Deseja-me agora, não é assim? (Sei sei daqui a pouco a mulher vai estar jorrando igual cachoeira. Dá pra ir mais rápido Mark?)
Ela ofegou e seus joelhos tremeram.
—Desejo-te sempre. (Mulher esperta, quem sabe assim apressa o cara)
Ele se deteve pelo mais breve dos momentos. Seus dedos se deslizaram de seu sexo. Caminhou para ficar diante dela, ainda acariciando seus palpitante clitóris enquanto sua outra mão apertava seu traseiro.
As mãos dela foram imediatamente a suas calças. Não conseguia soltar o suficientemente rápido os botões. Mas logo que foi capaz, curvou ambas as mãos ao redor de seu eixo e o acariciou em sua inteira e pesada longitude. (Não falei que era esperta? Se Maomé não vai a montanha...)
Os olhos dele estavam escuros e intensos enquanto baixava sua boca para ela. Beijou-a dura e profundamente, e Passion se abriu para receber sua possante língua. Sua mão se deslizou além de seus clitóris e seus dedos empurraram em seu sexo.
Ela apertou as mãos ao redor de seu palpitante membro. Desejava-lhe desesperadamente.
De repente, ele a retirou e se agachou diante dela.
Ela olhou, sem respiração, enquanto ele desatava e lhe tirava suas botas. A cinta que atava sua liga se moveu quando um músculo de sua coxa tremeu.
As mãos dele varreram sua perna do tornozelo à coxa, acariciando sua meia enquanto o fazia. Fez o mesmo com a outra mas se deteve para beijar sua coxa enquanto deixava que suas mãos vagassem pela parte posterior de suas pernas.
Passion gemeu enquanto ele a agarrava por atrás e deslizava os dedos no interior de suas úmidas dobras. E enquanto a acariciava, seu queixo fez cócegas na sensível pele do interior de sua coxa ao mesmo tempo que beijava e lambia a umidade que saía dela. E quanto mais ficava ali, mais se molhava ela.
Passion tremeu de tensão. Seu clitóris palpitava sem piedade, e pensou que poderia morrer de necessidade. Suas mãos se apertaram a ambos os lados de seu corpo e depois no cabelo dele.
—Por favor — rogou.
Devagar, ele se elevou frente a ela, detendo-se para sugar com força um de seus mamilos enquanto se liberava de suas calças.
A saliva encheu sua boca e a umidade seu sexo quando viu que a cabeça de seu membro estava de cor escura e gotejando líquido pre-seminal.
Ele viu a direção de seu olhar e acariciou seu lábio inferior.
—Está faminta por isso? (Na verdade ela só quer que você vá para os finalmente, mas se você precisa ser estimulado… o que uma mulher não faz né
—Sim —respirou ela — Sim!
Sentou-se em um canto da cama.
—Vêm então.
Enjoada de desejo, deixou-se cair sobre seus joelhos e deslizou sua língua da base de seu membro para a cabeça. Os quadris de Mark saltaram para frente. Lhe acariciou com ambas as mãos enquanto envolvia seus lábios ao redor da úmida cabeça de seu membro.
Faminta, sugou o salgado fluido de sua inflamada ponta, percorrendo com sua língua o bordo e o choroso conduto uma e outra vez. E durante todo o tempo, deslizou suas mãos pelo eixo, espremendo mais gotas em sua faminta boca.
As mãos de Mark se enredaram em seu cabelo, e seus quadris começaram a empurrar. Isso a fez voltar-se selvagem de necessidade, e começou a empurrar seus lábios mais abaixo em seu eixo, pressionando sua língua contra a dilatado passagem de que provinha sua corrida. Ele gemeu e empurrou, introduzindo-se um pouco mais nela. Seu sexo se apertou e se relaxou, rogando sua própria culminação. Passion gemeu e sugou mais fundo. As coxas dele se voltaram rígidos em seus flancos.
Ele puxou ela para si e, sacudindo-a, deixou-a cair na cama. Passion ofegou enquanto ele saltava limpamente sobre ela. Sujeitou sua cabeça em suas mãos e acariciou seus lábios com um penetrante beijo. Ela abriu seus lábios e suas pernas. Seus quadris se arquearam.
—Esta é minha casa, Passion — disse ele contra sua boca—, e eu digo como funciona isto. (Isso aí Mark, vamos botar ordem na casa, ela já estava comandando demais e você tem que fazer seu servicinho ainda molenga)
Seu coração palpitou com desejo e submissão por igual.
—Sei.
Com um juramento afogado, ele a colocou sobre seu estômago. Ela levantou seus quadris enquanto sentia o impulso da cabeça de seu membro contra as dobras molhadas de seu sexo. As mãos dele se colocaram em sua cintura, e enquanto ela continha o fôlego, com um longo e forte empurrão, introduziu-se em seu interior. (Posição de estábulo hein HUuuummmmm)
Passion exalou um fundo gemido enquanto se estirava sobre ele. Seu sexo palpitava de êxtase ao ser finalmente cheio. Cada uma das vezes que ele tinha entrado nela tinha sido o céu, mas hoje se sentia mais cheia e mais vulnerável que nunca. Seu clitóris palpitava, e seus quadris se inclinaram mais.
—Sim, Passion — murmurou ele—. Isso é, meu doce — lhe elevou quadris. Isso é.
Ela ofegou quando ele empurrou mais para frente, pressionando contra seu útero com uma pressão mais direta da que nunca havia sentido. Uma corrente de umidade quente fluiu dela ante a deliciosa sensação. Quando ele se deslizou para trás, ela gemeu pela perda.
—Não, não pares — disse sem respiração. Ele tinha encontrado a profunda abertura em seu sexo três vezes desde aquela primeira ocasião em sua habitação, e cada vez o tinha feito durante a maré de seu orgasmo. Hoje ela queria a experiência sem diluir. Queria a Mark sem diluir—. Por favor. (abertura, hã? Não existe só a habitual? Ou as habituais para algumas pessoas que gostam do capitão caverna)
Ele tremeu atrás dela, mas não se moveu.
—Possivelmente não seja capaz de parar uma vez que comece — sua voz era tensa—. Não quero te ferir. (Nem nós queremos Mark, acelera lerdinho)
—Tome agora — suplicou ela brandamente—. Quero sentir cada polegada de ti em meu interior.
Suas mãos agarraram sua cintura como um apertado espartilho. Ele tomou ar profundamente. Passion fechou os olhos e deixou escapar um suspiro.
Ele se retirou devagar e depois empurrou duramente nela, extraindo um grito de seus abertos lábios. Agarrava-lhe tão forte a cintura que seu corpo se inclinava pela firmeza de sua força. Não se deteve, mas sim empurrou de novo. Passion ofegou. A reverberação dentro dela era tão profunda e forte que se sacudiu e se abrandou sob seu poder.
Ele se retirou só uma vez mais antes de descarregar o último e demandante empurrão contra a porta de seu útero. Ela devia render-se. Sem mais duvida. Sem mais resistência. Pertencia-lhe. E então ele empurrou e empurrou, inclinando-se duramente sobre ela e fazendo pressão direta. (HÃ? Porta no útero? Comoassim? 0.o)
—Te abra — ofegou—. Abra-te para mim, Passion.
Ela arqueou as costas e entregou seu corpo a suas ordens. Ele tomou o que lhe oferecia e pressionou todo o peso de seu corpo sobre ela.
—Bom —grunhiu—. Isto é bom.
Passion tremeu e ofegou. Seu sexo se estremecia, e seu clitóris palpitava.
—OH, Deus — grunhiu ele—. Está indo, está indo. (Indo onde? Por Deus! To ficando histérica já)
Passion ofegou e depois conteve um grito enquanto sentia a pressão crescer e crescer. Mark gemeu atrás dela.
Agarrou com suas mãos o cobertor. Sentia-se como se estivesse rompendo, e apesar disso, a sensação era deliciosa. Enquanto a pressão crescia, igualmente o fazia sua plenitude. Seu corpo estava abrindo-se e seu sexo estirando-se. E justo quando pensava que poderia abrir-se em canal, algo cedeu dentro dela. A pressão cessou. Gritou enquanto ele a enchia com tudo o que tinha. Gemeu e ofegou e o sentiu palpitar dentro dela. Seu coração palpitou. Isto era para o qual ela era feita. Isto era onde ela pertencia.
—OH, Deus! Tem que te dar sempre desta maneira — sussurrou ele, apertando suas mãos em sua cintura—. Não resista para mim, e poderei te encher assim cada vez — se balançou contra ela—. Você gostaria disso, não é assim? (Passion o que que foi que abriu aí? É sério querida, todas nós queremos saber. Você descobriu uma entrada super secreta que nunca antes foi relatada. Me conta o segredo!)
Ela exalou um fôlego enquanto a ponta de seu membro a tocava em algum lugar muito acima no interior de seu corpo.
—Sim —ofegou. Deixaria-lhe tomá-la assim por sempre!
Ele retrocedeu, e de repente a pressão cresceu de novo enquanto ela sentia sua torcida ponta empurrar de novo contra a firme abertura de seu inclinado útero. Choramingou e tremeu. Seu sexo se apertou com ferocidade. Ele permaneceu ali, sem retirar de tudo nem enchê-la plenamente, mas empurrando contra esse escuro e tremente ponto. (Tem uma portinha mágica aí? Será que é para acomodar cavalos? Porque né, tem uns homens que precisaria de mágica, como os 27 centímetros do Sr. Mark)
—Sente isto — ofegou ele—. Sente quão bom é. Não te acabe. Só sente-o.
Passion não podia mover-se enquanto suportava o torturante prazer que ele infligia dentro dela. Embora estivesse morrendo pela liberação, manteve-a contida. E enquanto ele continuava empurrando e empurrando, a pressão pareceu crescer. Ela gemeu de novo.
—É bom — ofegou ele—. É muito bom. Deus, estou-me fazendo maior.
Ele se inchou dentro dela, aliviando a pressão e estirando seu sexo. Ela gemeu e o suor apareceu em sua testa enquanto sentia a cabeça de seu membro pressionar firmemente contra algum órgão desconhecido em seu corpo. (Será que os 27 centímetros chegou na bile? :o Oh Meu Deus, nem é profanação nem nada sabe, mas que órgão é esse?)
—OH, Deus — gemeu ele. Balançou-se contra ela, acomodando-se gentilmente.
Passion soluçou e empurrou contra a cabeceira da cama, lhe ajudando a mergulhar em suas profundidades. Seu corpo começou a tremer incontrolavelmente. (Que profundidades profundas são essas? Sério, dúvida cruel)
Agarrando sua cintura com um baixo grunhido, Mark começou a empurrar grosseiramente. Passion gritou. Ofegou em busca de ar. Com cada poderoso empurrão, ele se retirava o suficiente para esfregar-se contra a firme carne de sua nuca, antes de conduzir-se para tocar o irresistível órgão de seu corpo. E com cada impulso, seu pesados testículo golpeavam os estirados e inchados lábios de seu sexo.
O coração dela palpitava e sua cabeça desfalecia. Tudo o que ela era ou tinha sido estava concentrado entre suas pernas. Seu sexo se apertava e sugava seu magnífico membro com o ardor de um ofegante faminto. Seu clitóris tremia e pulsava, levando o sangue de seu coração a este sensível broto. (Me impressiona que você ainda não tenha desmaiado, desde que seu querido resolveu te fazer uma endoscopia pelo entrada de baixo)
E ainda ele se introduzia nela, implacável em sua determinação de lhe levar ao clímax. Ela só precisa submeter-se. Suas costas descansava e se arqueava cada vez mais. Sua visão se reduziu a um único ponto de claridade.
Só necessitava a rendição.
Com um feroz e irreprimível grito, ela abandonou toda inibição de pensamento e a emoção caiu sobre ela. Seu coração se encheu do amor por ele que tinha recusado reconhecer. Seu sexo palpitou e se apertou sobre ele. Seu clitóris tremeu exuberantemente. E enquanto ele gemia sobre ela e lançava quentes rios de semente em seu corpo, ela se abrasou em milhares de cintilantes faíscas de êxtase e alegria. (O clitóris aí não deve ser nada em relação ao ponto desconhecido que foi descoberto aí. Sério, essa pode ser a descoberta do século)
Esporeada pelo amor, sua liberação continuou e continuou. Ela ainda tremia e se apertava contra ele muito tempo depois de que ele se derrubou sobre ela. Ele pressionou suaves e úmidos beijos ao longo de seus ombros, e ela se deleitou no terno toque de seus lábios. Poderia ficar assim para sempre.
Para sempre…
—Tenho um presente para ti — murmurou ele.
Seu coração revoou.
—Você é meu presente.
Ele acariciou seu cabelo apartando-o de sua testa e beijou o canto de sua boca.
—E você é minha.
Ela gemeu brandamente quando ele se retirou dela. Deslizou uma suave carícia sobre seu traseiro antes de levantar-se da cama.
Olhando-o por cima do ombro, lhe viu cruzar a habitação. Amava sua ampla e alta forma. Amava seu passo crédulo.
Amava-lhe. ( Oh, depois da fazer a felicidade completa do mocinho e não rejeitar nem um centímetro do seu instrumento cirúrgico, era ele quem deveria estar gritando seu amor e devoção. As mulheres não aprendem mesmo! Decepção!)
Hehehe Espero que vocês tenham gostado do momento pochete de hoje, o livro Passion é muito bom, eu indico. Tem uma linda história de amor e é tão hot que foi difícil escolher só uma cena.
Até o próximo Domingo!
Beijos
Beh
Obs: fotos by Ja
Um comentário:
Brena,
quase roí as unhas de ler sobre tal estado ansioso da Passion, naqueles momentos quase dramáticos. Menina, aquilo não foi um clímax, aquilo quase foi um parto... aquele instrumento a crescer daquela maneira, já me estava a deixar extremamente preocupada com a pobre da Passion... e perguntando-me onde diabos ía sair!! Muito bem menina. bjs
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