domingo, 22 de abril de 2012

Momento HOT da Semana!

Olá Meninas!

Preparadas para suar? O colírio de hoje garante uma fantástica perda de calorias. E o melhor, ele mesmo fornece o equipamento. Então deixem de preguiça e corram para o tanquinho mais próximo. Como sou boazinha deixei um aqui de presente.

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O nosso mocinho é o John do livro Homem da Meia Noite da Lisa Marie Rice. Ele, como todos os mocinhos da LMR são ligeiramente apressadinhos rsrsrs bastante ágeis, vão totalmente direto ao ponto. As mocinhas geralmente gostam, afinal, quem quer enrolação? Mas com o passar da história eles vão aprendendo a ter um certo controle, não muito, afinal, aí você já está querendo demais. hehehe

***

Chegou o momento, pensou John.

Tinha velado o sono de Suzanne enquanto ela dormia segurando sua mão. Desejava-a mais que nunca.

Tinha todo o corpo tenso pela luxúria. Estava caminhando sobre uma magra linha tentando manter o controle. Os poderosos sentimentos que lhe percorriam se deslizavam por uma corda frouxa e estavam a ponto de rompê-la. A respiração de Suzanne mudou e se remexeu na cama. Ele observava.

Esperando. Desejando.

Suzanne passou brandamente do sono profundo a consciência, abrindo devagar os olhos. Olhou como anoitecia pela janela, e logo virou a cabeça no travesseiro. Quando os olhos de ambos se encontraram, luz contra escuridão, foi como se lhe cravassem uma faca no estômago. Exalou bruscamente, um forte som no silencioso quarto. Era como se fossem os únicos seres humanos sobre o planeta. Sós eles dois, homem e mulher, o laço mais antigo do mundo estava ali. Ela era dele e estava em sua caverna.

Dele. (ixii, esse aí também é adepto a moda cavernícola, esses são os melhores hehehe)

Ele estendeu a mão livre para delinear sua boca, o contorno, onde a pele passava de rosada a marfim.

—Não quero machucá-la. — sussurrou ele— Na outra noite fui muito rude. Não quero ser rude. (Não se preocupe John, elas adoram sua rudeza, e bota rude nisso)

Os olhos dela procuraram os seus. Não falou. Ele ouviu a respiração de Suzanne na quietude do quarto.

—Não será.— sussurrou ela finalmente e o coração começou a pulsar com força.

Tinha chegado o momento.

Também ela sabia. Também ela sentiu que isto era o correto, que era inevitável.

Não deixe que a machuque. John mandou uma prece silenciosa a quem quer que fosse que cuidava dos militares. Tranquilo. Devagar. (kkkkkkk alguém sabe qual é a santa dos militares? Nunca ouvi falar)

O dedo passou da boca à maçã do rosto, riscando as delicadas linhas. A pele de sua mão era escura e áspera contrastando com a suave palidez dela. Moveu a mão com cuidado sobre a maçã do rosto, deixando que os dedos vagassem pelo contorno do rosto, um oval de belas proporções, descendo pela delicada mandíbula, voltando outra vez à boca, logo para trás, a suave extensão do pescoço. Logo o dedo ficou no ponto do pulso, sentindo o batimento lento e regular de seu coração e quando elevou os olhos para olhá-la pôde sentir o momento exato em que acelerou o pulso. Movendo a mão para baixo, o dedo chegou ao decote alto da camisola de flanela e esperou com todos os músculos tensos, com o membro palpitando de antecipação.

Olharam-se um ao outro; John totalmente inseguro do que deveria… o que poderia fazer a seguir. Suzanne elevou a mão e tocou a sua, afastando-a. Ele quis uivar de frustração. Se ela não queria isto, ele… mas não. Não se tratava disto. (Ahhhh, eles são tão bunitinhos inseguros. Quero um pra mim, comofaz?)

Tinha afastado sua mão para desabotoar ela mesma o decote, devagar. Olhou-a, fascinado, quando, um por um, foi passando os pequenos botões rosados e brancos pelas casas, desabotoando todos, detendo-se quando os botões se acabaram, debaixo dos seios. Depois deixou a mão no estômago, observando-o. Esperando.

Sua reclamação.

John sabia exatamente o que tinha que fazer agora. Tentar não ser muito impaciente, tentar não tremer, tentar com força não — merda!— rasgar sua roupa. (Eu não estou dizendo, oh fixação maluca por rasgar roupas hein)

—Perdão.— resmungou ele.

Ela riu. Sim, obrigado, Deus. Aquele som suave era em realidade uma risada. Ria de sua estupidez e tinha razão ao fazê-lo. Ele mesmo se atreveu a sorrir. E foi recompensado com um amplo sorriso.

Ela negou a cabeça.

—Terá que começar a comprar roupa íntima e camisolas se continuar assim.

Oh, sim, sim. (Graças a Deus uma esperta. As outras mocinhas voltavam pra casa nua, essa merece parabéns)

—Sim. — disse ele ferventemente—.Dúzias de calcinhas e um montão de camisolas. Sim. —Abriu-lhe a camisola e ficou imóvel. (Ebaa, John pode rasgar as minhas a vontade que eu vou te fazer uma listinha da La Perla logo depois, fofo ;D)

—Oh, John — A voz era um mero sussurro e o sorriso tinha desaparecido. Ela viu o que havia nos olhos dele ao separar as duas partes da camisola. Olhava-a como se fosse um banquete.

Tão linda que não havia palavras para descrevê-la. Só pôde ficar ali sentado, olhando, esperando que um pouco de sangue retornasse do membro ao cérebro. Abrir a camisola tinha sido como abrir um presente delicioso.

Os seios eram redondos e firmes, menores que sua mão curvada. Estendeu uma mão e passou o dedo — só a ponta, com tanto cuidado que apenas lhe roçava a pele— pelo seio direito, seguindo a linha azul de uma veia tão visível como um rio de um helicóptero. Rodeou a auréola, excitando-se como o inferno ao ver que ela ficava arrepiada e que o mamilo se pôs duro e de um rosa escuro. (Como um rio de helicóptero? É sério man que você disse isso? Me deixou sem palavras agora. Fiquei totalmente emocionada com o seu romantismo. Esse homem está estragado, deveria estar publicando poesias ao invés de ser Seal. Não concordam?)

Acalme-se, acalme-se.

Ficou sentado ali durante um momento muito longo, conseguindo controlar a respiração, com a mão lhe rodeando o seio.

Observando-o com atenção, Suzanne se endireitou, recolheu o material rosado com as mãos e começou a subi-lo. Não usava calcinhas. (É claro, menos uma peça pra rasgar. Essa mulher é econômica ate. Se ele resolver não passar na La Perla no final do dia ela ainda tem a calçinha pra voltar pra casa. Genial!)

John observou, fascinado, o que a camisola ia deixando ao descoberto, pernas bonitas, quadris arredondados, uma cintura diminuta, logo a tirou pela cabeça, lançou para um lado e sim! Ali estava ela. Nua.

Só para ele.

A outra noite não tinha podido vê-la de tudo. Tinha-a despido e a tinha penetrado antes que as roupas chegassem ao chão. Tinha estado muito excitado para haver-se dado conta de algo que não fosse o calor apertado e úmido dela. Mas agora, Oh, Deus, agora aqui estava ela. Se não tivesse estado duro como o aço, a ponto de explodir, teria passado as horas seguintes olhando e tocando a pele suave, observando a marcada fenda sob a caixa torácica onde estreitava a cintura, e voltava a curvar-se de novo, maravilhando-se da delicadeza com que parecia. Como lhe cabiam todos os órgãos dentro? (Acho que no momento ela está mais preocupada com o seu entrar e não com o que já está lá dentro)

Já pensaria nisso mais tarde. Agora queria —não, precisava— tocá-la com a boca. Inclinando-se para frente, pôs os lábios no pescoço, onde o pulso revoava grosseiramente. Sentia como o roçar da boca a excitava. Lambeu-lhe a veia que pulsava no pescoço, um comprido e lento passar da língua quando moveu a mão para baixo. Pelo seio esquerdo, onde podia ver e sentir o batimento do coração, pela caixa torácica, pelo ventre plano, abaixo, abaixo…

Ela captou a indireta da mão apoiada sobre seu montículo e abriu as pernas. Ele deslizou os dedos para baixo e ao redor e ali lhe tocou os lábios. Suave, quente e sim, molhado. Tremeu-lhe a mão quando abriu seus lábios e introduziu um dedo, franzindo o cenho ante a dificuldade e a repentina inspiração de ar dela.

Era tão malditamente apertada. (Outra para ir para a enciclopédia das palavras obvias)

Colocou o dedo devagar, compreendendo que a outra noite devia tê-la machucado. Não havia dúvida de que seu membro era maior que seu dedo. Inclusive com o dedo, tinha que entrar pouco a pouco. A outra noite perdeu a cabeça e começou a fodê-la como se ela fosse uma puta de dez dólares e ele um marinheiro de licença que havia tocado a terra depois de um ano no mar. Estremeceu ao recordar. (Não são todos os homens assim quando estão com luxuria? Marinheiros há 10 anos no mar)

Empurrou um pouco mais e ela se fechou ao redor de seu dedo como um punho.

Retirou um pouco a mão e a penetrou outra vez, apenas dentro da entrada.

—Não fodeu muito, verdade? —perguntou-lhe com voz rouca. Ela não reagiu diante daquelas palavras tão rudes. Ele estava acostumado a falar com soldados —não havia absolutamente nenhuma correção política nos Teams— mas, além disso também estava a ponto de explodir pela luxúria para procurar outras palavras, mais bonitas, mais suaves. Só a crua verdade… —Está tão condenadamente apertada que posso supor que não fode muito. (Não é ela que é apertada querido, é você que é grande demais)

—Não — Sua voz era muito baixa, um sussurro quase silencioso.

—Pois isso vai mudar. —Sentiu uma opressão no peito. Mal podia falar. Saía-lhe a voz áspera, tensa— Começando por agora. (Hummm, ela quer que você tente querido, eternamente)

Dois movimentos bruscos das mãos e já estava nu. Então se deitou na cama, ao lado dela, a fez abrir mais as pernas com mãos trementes. Montou-a, abriu-a com dois dedos, botou o membro em posição e empurrou às cegas… (Devagar, Devagar... lembre-se do seu mantra)

Deteve-se de repente e inalou, estava só um ou dois centímetros dentro. E também estava duro como a pedra. Desejava tanto afundar-se nela que tremia pelo esforço de ficar quieto. Mas assim era como tinha quebrado as coisas antes.

Uma vez era bastante mau. Duas vezes e a perderia. Não podia arriscar-se. Saiu.

Passou-lhe os braços ao redor e fez que os dois dessem a volta, pondo-a em cima e mantendo-a em posição vertical com as mãos.

—Oh. — Se assustou ela, como se a ideia de estar em cima de um homem nunca tivesse ocorrido a ela. As dobras de seu sexo se abriram ao longo da base do membro e ficou escarranchada com os joelhos a cada lado de sua caixa torácica. Olharam-se e ela sorriu fracamente. Deslizou-lhe as mãos pelos ombros e lhe agarrou com força os bíceps—. Bem — Se meneou sobre o membro, subindo e descendo, provando — Isto é interessante. (uhuu, mulheres tomando a ação. Vamo que vamo)

—Mm — disse ele ofegante. Não podia falar; estava tão quente que pensou que sua cabeça explodiria. Pôs as mãos na sua cintura e a levantou de modo que ficou meio ajoelhada.

—Assim.

Disse ou só pensou? Fosse uma coisa ou outra, ela entendeu e se elevou sobre ele, úmida. John colocou o membro em vertical e se colocou debaixo dela, agarrando-a. Apertou os dentes com força ao lhe roçar o sexo pela primeira vez. Ela se moveu em cima da ponta do membro, tentando encontrar a posição correta, deslizando para frente e para trás. Suzanne se deixou cair um pouco e então sim! Ele estava dentro. (Aaaleluiaaa, Aaaleluuiaa...Adoro quando as coisas finalmente entram Smiley piscando)

Apenas. Ela não se movia, maldição, ficando suspensa sobre ele. Só a cabeça do pênis estava dentro e ele estava ficando louco. Ela se moveu um pouco, rodando os quadris, e ele a penetrou um pouco mais. Não era suficiente. A este passo, levaria uma boa meia hora para descer o suficiente para tomá-lo inteiro e ele não tinha meia hora. (E como todo mundo sabe os homens da Lisa Marie Rice não costumam ter aquela resistência invejável do meu querido Bones hehehe)

Já estava banhado de suor, com o coração batendo com força e a respiração entrecortada, como se tivesse estado correndo dez quilômetros. E nem sequer tinham tido sexo ainda. Não de verdade.

Ela fechou os olhos e apareceu em seu rosto uma expressão de sonho quando foi avançando lentamente. Logo se retirou e ele teve vontade de gritar de frustração, mas não se retirou de tudo. Ficou quieta um momento, ajoelhada sobre ele, movendo-se com lentidão, deixando que a ponta do membro se movesse em círculos sobre os lábios. Logo voltou a encontrar o ângulo correto e lentamente começou a descer. (E ela só está provocando)

E parou.

Estava deixando-o louco. Maldição e mil vezes maldição, por que não o deixava entrar de uma vez?

Apertando os dentes com força, John a segurou pelos quadris e empurrou para cima, com força, penetrando-a.

Suzanne ofegou. Abriu os olhos e o olhou. A expressão sonhadora tinha desaparecido substituída pela angústia, talvez até pela dor. Não, não, não! Desta vez tinha que fazer bem. (Como dizem, quem procura acha, quem mandou ficar na provocação?)

Soltou-a, levantou os braços para cima e logo para trás. Apertou os punhos ao redor das barras da cama de ferro e se agarrou, tremendo com força. Não a tocaria, não podia tocá-la. Se o fizesse, seria muito rude. Morria por agarrá-la pelos quadris e fazer-lhe forte. Muito forte. ( Não seja por isso querido, pode vir aqui pra casa, vai ser muito bem vindo *olhinhos piscando*)

Ficou completamente imóvel, debaixo, esperando que ela fizesse algo. Dando o controle para ela.

Suzanne ficou olhando, respirando agitada, completamente empalada no membro. O cabelo púbico pálido contrastava com o negro. Ela estava imóvel, com os olhos tão abertos que via o branco ao redor das íris cinza.

Apoiou as mãos sobre ele, sentindo a rápida e profunda ascensão de seu peito ao respirar e como baixava depois, olhando-o. Era como um cauteloso animal selvagem, um cervo no bosque ferido por uma flecha. Vigiando o caçador, calibrando suas intenções.

—Se incline para mim. — sussurrou ele, agarrando tão forte as barras de ferro que era um milagre que não as separasse. Não podia tocá-la com as mãos, ainda não. Estava fervendo de luxúria, uma maré ardendo, completamente incontrolável. Tinha mãos grandes, mãos fortes. Mãos que não podiam mimá-la, acariciá-la. Não agora. Ainda não. Machucaria-a se a tocasse com as mãos. (Incontrolável, selvagem, mãos ágeis... já disse que faz o meu tipo? Completamente)

Ela se inclinava para ele, aproximando-se o suficiente para que cheirasse o aroma quente e doce de sua pele, que se elevava sobre o aroma da excitação e o sexo. Seu cabelo roçou a bochecha, enchendo as janelas do seu nariz com seu perfume.

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—Aproxime-se de mim. — A palavra foi gutural e lhe saiu do mais profundo do peito. Ela se balançou para baixo e ele, com a boca, segurou um mamilo. Saboreava doce e salgado ao mesmo tempo. Lambeu ao redor do mamilo, endurecendo com a boca o pequeno casulo. Aproveitou, deu longas e profundas sucções, mamando com força. A boca trabalhava ritmicamente, forte primeiro, mais rápido depois. Ao mesmo ritmo que a respiração dela, que enchia o silêncio do dormitório. As coxas que o seguravam com força a cada lado do torso, tremiam.

Ela estava ofegando, eram pequenos gemidos que vinham do profundo da garganta. Os gemidos se fizeram mais fortes, mais rítmicos, um por cada vez que ele mamava. (Homem inteligente é homem feliz e sabe como convencer uma garota a andar mais rápido, afinal, ainda falta a resistência necessária)

Não afastavam o olhar um do outro. Ele a olhava aos olhos com atenção, porque ali leria o que sentia. Estava totalmente excitada. As pupilas se dilataram tanto que só havia um cerco de prata ao redor delas, brilhando luminosas na tênue luz do anoitecer. Estava conectado a ela só pela boca ao redor do mamilo e o membro profundamente metido em seu interior, mas era como se a tocasse por toda parte. Sentia o que acontecia ao corpo dela com tanta intensidade como sabia o que acontecia ao seu.

Ficou quieto e ela também, mas os dois estavam à beira do abismo, pendurando ali, preparados para cair.

Suzanne estava tremendo com muita força, todo o corpo lhe estremecia. Ele chupou forte, com a língua esfregou o mamilo duro como um seixos antes de mordê-lo levemente e de repente Suzanne soltou um grito sufocado.

O grito ecoou no quarto no momento em que as contrações de seu sexo o envolveram, junto com os gritos dele, junto com — Oh, Deus— os jorros do membro quando ele gozou, e gozou, e gozou. Ela o estava drenando, puxando dele diretamente do que parecia sua espinha dorsal. (E agora eu tenho que dizer o que sempre me vem na cabeça quando eu leio os livros da LMR: Ejaculação precoce. Lamentável o.o)

Observaram-se mutuamente, tremendo, imóveis, até que finalmente, depois de momentos intermináveis, ela relaxou e se acalmou. Com um suave gemido, Suzanne caiu sem forças em cima dele. A estreita caixa torácica subiu e desceu. Recostou a cabeça no ombro e ele sentiu sua respiração sobre a pele, o movimento das pestanas, e a suave seda do cabelo roçando seu peito. (Como dizem: Vem para o meu harém que eu te ensino a durar hehehe pode falar, essa foi ótima)

—Caralho. — sussurrou ela.

Ele esperou até que tranquilizou a respiração, até que pôde voltar a mover os músculos. Pouco a pouco afrouxou as mãos das barras de ferro, dedo a dedo, e as desceu até as curvar ligeiramente sobre o traseiro dela.

Agora já a podia tocar, por fim.

Agora que se afastou do abismo. (Agora a Suzanne vai sentir a dominação hehehe)

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Se vocês acham que termina por aqui é melhor ir conferir o gostoso do John pegando a Suzanne de jeito. Vale a pena rsrsrs

Beijos e até o próximo!

Beh

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