Olá Meninas!
Hoje, domingo de Páscoa, chocolate... mas duvido que vocês não vão querer suar um pouquinho hein? Afinal, depois de toda a orgia gastronômica, a gente tem que arrumar uma maneira de queimar as calorias. E o que é melhor do que fazer isso em um tanquinho?
Nesse espírito, o momento pochete de hoje é com a Sophie e o Sam, do livro Nenhum Lugar para Fugir da titia Maya Banks, queridona da metade das viciadas em livrinhos hots.
***
Ele estava esperando por ela, assim que abriu a porta de seu quarto de hotel. Sam Kelly observou enquanto Sophie se virava, viu a chama de desejo que acendeu em seus expressivos olhos azuis quando o encontrou.
Antes que ela pudesse alcançar atrás para dar um puxão nas alças de seu avental, ele a pegou em seus braços, os lábios esmagando os dela nesse primeiro sabor.
— Sam.
O nome dele saiu em um suspiro ofegante que correu todo o caminho até suas bolas. Ele alcançou, soltou o nó e puxou até que o avental de trabalho que ela usava fosse tirado. (Como assim, mal chega e já vai arrancando as roupas? O homem deve é ser muito bom viu).
— Algum problema esta noite?
Ela balançou a cabeça, enquanto ele encontrava seus lábios novamente.
— Eu odeio que você trabalhe lá.
Ela fez uma pausa em seu beijo, e por um longo momento ficaram lá, seus lábios quase separados por uma respiração, enquanto olhava para ele. Sua boca se virou para baixo em um amuo infeliz, e ele se arrependeu por estragar o momento, ao expressar sua insatisfação com seu trabalho.
Quem era ele para dizer alguma coisa? Ela estava trabalhando em um pequeno clube noturno em Bumfuck, México, um lugar que uma garota como ela claramente não pertencia, mas talvez tenha sido tudo o que poderia fazer, para bancar as despesas. Não era como se ele pudesse oferecer-se para carregá-la e levá-la para o por do sol. (Para o por do sol talvez não, mas se ofereça para carregar-me para a sua casa que eu vou tranquilinha aiai)
— Esqueça que eu disse alguma coisa, — ele murmurou. — Venha aqui. (Isso aí, menos palavras, mais ação)
Colocou um dedo sob seu queixo e a guiou de volta para sua boca. Ele estava faminto, — morrendo de fome por ela. Enquanto seus irmãos e sua equipe estavam fazendo o trabalho, ele estava aqui, porque queria alguns momentos roubados com uma mulher a qual não foi capaz de resistir — uma mulher que não conhecia até o momento em que entrou no bar onde ela era garçonete. Uma mulher que tornou muito fácil esquecer o dever.
Ela se inclinou para ele, quente e instável. Ele a ergueu apenas o suficiente para que ela pudesse circular seu pescoço com os braços, e ela sorriu contra sua boca.
— Melhor, — ela sussurrou.
— Eu ficarei melhor quando você estiver nua. (Eu também ficarei mais animada quando você resolver me dar a graça de se despir Sam ;D Não me faça esperar)
Levou-a para a cama e abaixou-a no colchão, até que pairou sobre ela, prendendo-a debaixo de seu corpo. Sua boca estava um pouco acima da barriga dela, e ele olhou por sobre seu corpo, encontrando seu olhar.
— Você é tão bonita, — ele murmurou.
Com movimentos lentos e metódicos, que desmentiam sua urgência, ele deslizou a camiseta para cima, expondo a cintura fina. Enquanto levantava sua camiseta sobre os seios, lambeu o recuo superficial de seu umbigo. Ela estremeceu sob seus lábios e vários estremecimentos correram através de sua barriga.
Ela arqueou as costas quase como se estivesse tentando empurrá-lo, mas ele soltou a camiseta e agarrou seus quadris, mantendo-a no lugar.
— Minha. (MEU! Me lembrou os aliens possessivos da Jaid Black)
Ela estremeceu e soltou um gemido suave enquanto ele subia lambendo por sua cintura e cravava os dentes na alça do sutiã. Ele sorriu e alavancou-se para cima, de modo que seus joelhos ficassem de ambos os lados dos quadris dela, e ficasse efetivamente presa.
Impaciente para tê-la sem roupa, agarrou a bainha da camiseta e rasgou pelo meio até que fossem duas peças, uma de cada lado, penduradas nos braços dela, e ele simplesmente as puxou até que ela estivesse livre. (uiui, já disse que gosto dos selvagens? HUuumm)
Seus mamilos enrugaram e ficaram tensos contra os bojos do sutiã rendado. O material não escondia nada dos mamilos que ficavam cada vez mais escuros. Indolentemente, brincou com os bicos através do cetim, tocando e moldando até que eram pontos duros implorando para serem libertados.
O intumescimento encheu a borda dos bojos, e com um toque suave, ele os deixou livres, expondo seus mamilos para que ele espiasse sobre o sutiã. As mãos dela subiram por suas coxas, deslizando sobre o denim grosso de seu jeans, mas ele estendeu a mão e agarrou-lhe os pulsos, afastando-a. (Eu sei meu querido, como Freud disse, no seu inconsciente você na verdade queria a minha mão. Coitada da Sophie, mas ela vai entender amor, as mocinhas no final entendem tudo, para a minha revolta hehehe)
Ela começou a protestar, mas ele trouxe uma mão à boca e beijou a palma antes de levantar seus braços acima da cabeça. Ele inclinou-se até que ficaram pressionados no colchão, e mais uma vez ela foi capturada.
Em um momento de inspiração, ele juntou os restos esfarrapados de sua camiseta e amarrou um pulso na cabeceira da cama. Ela arfou, os olhos se arregalando enquanto ele tomava a outra mão e a prendia também. (Ui, a coisa está começando a ficar interessante... será que daqui a pouco vai aparecer um chicotezinho? Engraçado porque nós não estamos na Série Sweet, meio fora de contexto não acha?)
Sua respiração acelerou e seu peito arfava. Ela lambeu os lábios nervosamente, mas seus olhos escureceram para um tom safira. O sorriso dele era lento e predatório. Ela era como uma droga. Uma droga fortíssima, da qual não queria se livrar. Ela o fazia sentir-se forte e invencível. (Ah sei, olha, essa fala meio que ficou batida em Twilight, sabe... droga, viciante, intoxicar, “você é minha maconha” meio que já deu né. Outras analogias, please)
— Agora o que vou fazer com você?
Ele enfiou a mão no jeans e puxou seu canivete. Os olhos dela se arregalaram um pouco, mas nenhum medo brilhou em seu olhar. Ele abriu a haste da faca e enfiou a lâmina debaixo de seu sutiã. O material caiu, expondo os seios ao seu olhar faminto.
Fechou a faca e jogou-a de lado, então voltou sua atenção para o fecho da calça jeans. Queria arrancá-la, mas obrigou-se a ir devagar e saborear cada centímetro de pele que revelava.
Deslizou o jeans sobre os quadris e as pernas, movendo-se para que pudesse libertá-la completamente. Suas pernas bem torneadas chamavam por ele. Passou o dedo nas linhas esguias e pelas curvas e depois seguiu com sua boca, beijando e lambendo um caminho para os restos da roupa íntima de seda que protegia sua vagina.
Enfiou um dedo por trás da renda, penetrando através dos cachos nas dobras lisas. Ela gemeu e se contorceu inquieta quando ele encontrou o clitóris. Por um momento ele brincou, acariciando a ponta do dedo sobre o nó sensível. Então, deslizou até que margeou sua entrada, provocando-a sem piedade.
Com um empurrão, ele estava lá dentro. Veludo líquido fechou em torno de seu dedo, e ele fechou os olhos enquanto imaginava seu pênis ali, deslizando através de seu calor apertado e inchado.
— Sam!
Seu grito agonizante estremeceu-o de volta à consciência. O rosto dela estava corado, os olhos brilhando com a necessidade.
— Por favor, — ela implorou.
Ele rasgou a calcinha, não mais paciente, não mais disposto a prolongar a sedução. Ele a queria. Tinha que tê-la. Agora. (Será que no final ela vai sair com alguma roupa posta? Poxa, o cara já rasgou tudo hehehehe gostei Sam)
A camisa dele voou e atravessou o quarto. Ele rolou para o lado e puxou a calça jeans, xingando baixinho quando enroscou em torno de seus tornozelos. (Aleluia, tava demorando né man)
Onde diabos estava o preservativo? No bolso. Merda. Inclinou-se sobre a cama para pegar a calça de volta e arrancou vários pacotes para fora. Eles se espalharam em cima da cama enquanto ele rolava de volta. Pegou um e rasgou-o enquanto a montava novamente.
O olhar dela estava voltado para sua virilha. Seus olhos brilharam apreciativamente, e em resposta, ele estendeu a mão, agarrou seu pênis e acariciou. Ela se esforçou contra as amarras, e isso o deixou mais duro e mais ansioso para tomá-la. Com a mão trêmula, colocou a camisinha e estendeu a mão para afastar suas pernas.
Deus, ela era tão macia e bonita. Delicada e feminina. Os cachos loiros e sedosos estavam úmidos com desejo, e ele correu o polegar pela fenda de sua vagina antes de afastar suas pernas. Estava aberta para ele. Aberta e desprotegida. Sua para tomar. Sua para dar prazer. Sua para saborear e tocar. ( Pois é, hoje não tem capitão caverna, ufaa, mas temos um homem das cavernas, possessivo...)
Subiu em cima dela, enfiando seu pênis contra sua pequena abertura. Nunca poderia superar esse primeiro impulso, onde o corpo dela combatia seu tamanho e a vagina se fechava em torno dele como um torno. Ele estava suando e tremendo como um adolescente, e nem estava dentro dela ainda. (No final, são todos como uns adolescentes nessa hora, dona Sophie que nos diga. Impacientes...)
— Você está pronta para mim, Sophie?
Ele cutucou para dentro apenas o suficiente para que a cabeça abrisse sua abertura e ele pudesse sentir seu calor.
— Por favor, Sam. Preciso de você.
Aquelas palavras suavemente proferidas o deixaram no limite. Ele agarrou seus quadris e mergulhou fundo. Ela arfou. Toda respiração deixou o corpo dele em um gemido de intensa agonia.
Ela se contorcia abaixo dele, presa. A boca abria e fechava, e os braços se retesavam contra os laços em seus pulsos. Ela cercava seu pau como mel quente. Tão doce. Tão quente. Nunca sentiu nada que se comparasse com a sensação de estar dentro dela.
Quando ela empurrou para cima em sinal de protesto por sua imobilidade, ele se retirou, e ambos gemeram com a sensação dele ondulando através de sua carne.
— Deus, querida, você é tão apertada, é tão gostosa.
— Nós nos encaixamos, — disse ela em um gemido. — Você se encaixa em mim. Perfeito! (Oh, que constatação genial, tipo, supõe-se que um homem seja a chave e a mulher a fechadura né? Então o que ela esperava?)
— Você tem razão, — ele rosnou enquanto mergulhava para devorar sua boca. (Parabéns Sam, nunca contrarie hehehe)
Flexionou os quadris e afundou novamente. Engoliu seu suspiro de prazer, saboreou, então voltou em sua próxima respiração, enquanto suas línguas imitavam a ação de seus corpos.
Não havia pensamento. Apenas a sensação escorregadia e quente dela contra seu pênis. Seu cérebro ficou dormente enquanto ele se perdia. Mais profundo. Mais forte!
O resto fugiu. Nenhuma missão. Nenhum babaca que precisava ser morto. Nenhuma frustração porque os esforços da KGI não tiveram nenhum resultado. Aqui eram só os dois. E esse prazer perfeito e irracional. (E eu, não se esqueça de mim, estou observando bem de perto a cena. Pensando bem, é quase como um sexo a três. Ménage a trois hã?)
Estendeu a mão para enfiar os braços por debaixo dos joelhos dela. Puxou forte, e o ângulo o enviou mais profundo, até que estava preso tão apertado que suas bolas estavam amontoadas contra sua vagina.
Ele olhou para cima, encontrando seu olhar, certificando-se que ela estava com ele e que não a machucava. Apenas sua necessidade desesperada por liberação olhou para ele.
Com um grito selvagem, ele se afastou e posteriormente bombeou sobre ela, balançando a cama inteira enquanto empurrava mais e mais. Os olhos dela se fecharam e seu grito cortou o ar. Ela estava apertada, tão apertada, enquanto todos os músculos do seu corpo ficaram tensos, e então de repente ela se liquifez ao seu redor, banhando-o em calor intenso.
Ele jogou a cabeça para trás, fechou os olhos e bombeou para frente uma última vez antes da liberação reunir-se em suas bolas e disparar de seu pênis.
Explodiu dolorosamente, o prazer tão incrivelmente intenso que ele se perdeu por um breve momento.
Seus quadris ainda flexionavam espasmodicamente quando cuidadosamente se abaixou até o corpo mole dela. Ela tremeu quando suas peles se tocaram, e seus lábios roçaram sobre a mandíbula dele, enquanto ele colocava a cabeça em seu ombro.
Ainda estava enterrado profundamente, e não tinha nenhum desejo de se mover. Ela estava deliciosamente envolvida à volta dele, mantendo-o em seu corpo. Ele virou seus quadris novamente, um arrepio correndo por sua espinha com a sensação quase dolorosa sobre seu pênis. (Pelo jeito o instrumento não vai descansar tão cedo! kkkkk)
Bom Meninas, agora vocês já tem ideias de como gastar as calorias.
Feliz Páscoa!!!
Obs: Ja, estou precisando de um novo fornecimento de imagens hihihi bjos
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